Segundas às sextas-feiras de 08:00 às 17:00 - Sábado de 08:00 às 12:00    Av. Prudente de Moraes, 901, Belo Horizonte - MG
(31) 3293 - 7312

Exames

Nossos serviços buscam prevenir, tratar e cuidar da saúde dos olhos de nossos pacientes, por meio dos mais avançados procedimentos técnicos e científicos da oftalmologia, de forma segura e atenciosa.

Atenção: Alguns exames incluem a utilização de colírios que podem deixar a visão embaçada por algumas horas, por causa da dilatação das pupilas. Por isso, recomenda-se levar óculos escuros, de modo a proporcionar maior conforto após sair da clínica.

É a medida objetiva da refração (grau) do paciente. Na primeira etapa, é realizada por meio de aparelho computadorizado (auto-refrator), independentemente de informações subjetivas (o cliente não precisa ler, ou informar se melhorou ou piorou). Essa avaliação ocorre preliminarmente ao exame médico da refração, sendo também muito útil em pacientes que não são capazes de informar.

Exame indolor, que permite estimar o potencial máximo de visão que pode ser alcançado com óculos, lente de contato ou após uma cirurgia de correção do grau a laser. A medida da acuidade visual é importante para atestar que a visão está normal, ou para confirmar redução da visão em casos de doenças, tais como: catarata, lesões de córnea ou de retina. Em pessoas abaixo de 40 anos, deve-se fazer o exame após a instilação de colírios para dilatação das pupilas. Naquelas com mais de 40 anos, realiza-se o exame preliminar de refração sem os colírios e, posteriormente, instila-se os colírios para facilitar o exame da retina e do nervo óptico. Recomendamos ao paciente levar óculos escuros para usar após a consulta, com a finalidade de trazer conforto em seu trajeto de volta para casa.

A medida da pressão intraocular é muito importante para o diagnóstico do glaucoma. A medição mais precisa é realizada como o tonômetro de Goldmann, na lâmpada de fenda, com a utilização de colírios anestésico e corante (fluoresceína). É raro que a pressão intraocular elevada cause sintomas. Por isso, é importante a realização desse exame, pois a pressão intraocular elevada pode danificar o nervo óptico, levando ao glaucoma.

A análise clínica da retina – mapeamento de retina – é composta de dois exames: a oftalmoscopia binocular indireta (OBI) e a biomicroscopia de fundo.

A oftalmoscopia binocular indireta utiliza um aparelho com fonte de luz adaptada à cabeça do médico. Ele projeta essa luz no fundo de olho do paciente e sua imagem refletida é captada numa lente segurada pelo médico.
Já a biomicroscopia de fundo é realizada com o paciente sentado no aparelho –lâmpada de fenda – e o médico utiliza uma lente especial que o permite examinar a retina e o nervo óptico, com maior detalhamento.

Esses são exames fundamentais e são os mais utilizados para o diagnóstico e acompanhamento dos problemas da retina, pois permitem a visão detalhada, minuciosa e exaustiva de toda a superfície retiniana. Eles devem ser realizados em todas as pessoas pelo menos uma vez ao ano, pois vários problemas de retina só se manifestam clinicamente em estágios avançados e esse exame permite o diagnóstico precoce das alterações causadas por uma série de doenças retinianas, tais como a degeneração macular relacionada à idade, retinopatia diabética e hipertensiva, descolamento de retina, distrofias retinianas, dentre outras. Doenças do nervo óptico podem ser detectadas nesse exame, sendo a mais importante o glaucoma.

Esse exame de ultrassom é usado para medir a espessura da córnea e, com isso, auxiliar no diagnóstico e acompanhamento de doenças da córnea. É também indispensável no planejamento das cirurgias refrativas. Evidencia edemas ou afinamentos da córnea, como acontece em casos de ceratocone. Nos casos suspeitos de glaucoma, é importante, pois ajuda a identificar os pacientes com maior risco, que são aqueles com córnea fina.

É um estudo topográfico da superfície anterior do olho e permite o estudo de distorções da córnea (como aquelas que existem no ceratocone e cicatrizes corneanas) e a análise da regularidade e da posição do astigmatismo.

É um exame fundamental para os candidatos à cirurgia refrativa e útil no planejamento das incisões na cirurgia de catarata, assim como na adaptação de lentes de contato.

A Gonioscopia é o exame para avaliar o ângulo da câmara anterior, onde ocorre a drenagem do humor aquoso (líquido presente no interior do olho). Para esse exame é necessário o uso de uma lente de gonioscopia, que irá encostar na superfície ocular. É especialmente importante para a avaliação de casos suspeitos ou confirmados de Glaucoma, basicamente para diferenciar aqueles de ângulo estreito/fechado de casos de ângulo aberto. Outras finalidades são a avaliação de tumores de íris, de trauma ocular ou de suspeita de outras anormalidades.

Consiste na medição da pressão intraocular em diferentes horários. É muito importante no diagnóstico e no monitoramento do glaucoma, pois sabe-se que a pressão intraocular sofre oscilações nas 24 horas. Geralmente, faz-se três medidas distribuídas entre às 8 e às 12 horas.

A percepção de cores é função de receptores na retina (cones) de três tipos que são sensíveis ao azul, verde ou vermelho.

Várias doenças podem comprometer a percepção das cores que são analisadas através de teste específico (Teste de Ishihara). Defeitos congênitos (como daltonismo) e doenças do nervo óptico causam confusão no eixo verde/vermelho e doenças adquiridas na mácula tendem alterar a percepção de azul/amarelo.